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Published On:quarta-feira, 20 de julho de 2011
Postado Por José Silva

Em SP, multas em faixa de pedestre começam dia 8



O motorista que invadir a faixa ou colocar os pedestres em perigo na região central de São Paulo será multado em até R$ 191,53 a partir de 8 de agosto. Essas infrações estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas na prática são ignoradas na capital paulista e em outras cidades. A data para o início da fiscalização coincide com a comemoração do Dia do Pedestre.
A aplicação de multas é a terceira etapa da campanha lançada no dia 11 de maio para aumentar o respeito aos pedestres. A região central e da Avenida Paulista foi escolhida para ser a primeira com maior fiscalização justamente porque foi a pioneira em receber a Zona de Máxima Proteção ao Pedestre (ZMPP) - área com ações educativas, orientadores contratados (os chamados "mãozinhas) e agentes treinados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
"Os motoristas nessa área estão mais preparados", diz a superintendente de Educação e Segurança de Trânsito da CET, Nancy Schneider. Os "marronzinhos" estão sendo treinados e vão receber uma cartilha com os comportamentos ideais de motoristas e pedestres.
A fiscalização vai focar três enquadramentos do código: não dar a vez aos pedestres sobre a faixa de segurança, não esperar as pessoas a pé terminarem de atravessar uma rua (mesmo que o semáforo para carros já esteja aberto) e não dar a preferência aos pedestres quando o motorista vira em uma rua transversal.
Os dois primeiros casos são infrações gravíssimas, com multa de R$ 191,53 e perda de 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação. A última é infração grave, com multa de R$ 127,69 e rende 5 pontos na CNH. A CET também afirma que vai intensificar a fiscalização contra motoristas que não dão seta ao entrar em uma rua e contra quem para sobre a faixa, quando o semáforo fecha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pastor Silas Malafaia responde as críticas sobre ofertas 


Pastor Silas Malafaia responde às críticas dos evangélicos quanto ao dinheiro arrecadado e diz que todos devem fazer análise crítica para não virar “massa de manobra de qualquer um.”No seu programa Vitória em Cristo, Silas Malafaia, neste sábado(16/07/11), ele falou para onde vai o investimento do dinheiro que é recebido através de doações ao ministério e fez críticas aos supostos cristãos de “massa de manobra” que duvidam de suas práticas.
Segundo Malafaia, as pessoas tem tendência de induzir. E justifica aos que falam que ele está ficando milionário, dizendo “as ofertas que são enviadas para a Associação Vitória em Cristo, elas não são minhas”. E deixa claro que “Eu não recebo salário dessa entidade”.
Críticos cristãos na Internet fazem alguns trocadilhos divulgando que Malafaia pede “Trízimos” à população, ou o incluem no grupo dos “pregadores da prosperidade”.
Malafaia justifica que, segundo ele, sendo o pastor que mais vende livros no país com média de 1 milhão por ano, e mais vende mensagens em DVD no país, com média de 300 mil por ano, até o momento não recebeu salário e não tem necessidade disso.
Em um vídeo que foi lançado na Internet de aproximadamente 3 minutos, Malafaia aparece falando sobre o dízimo e de que maneiras ele pode ajudar. Segundo ele, esse vídeo foi uma manipulação produzida a partir de um vídeo de 17 minutos, da qual ele fala sobre os 10 objetivos da Igreja.
Silas Malafaia esclarece ainda que há muitas obras e o próprio programa que são sustentados pelo dinheiro, elas incluem: as 6 horas de televisão do programa Vitória em Cristo, obras sociais, reforço escolar para criança, crianças em áreas de crimes, convênio com a secretaria da penitenciária para cursos profissionalizantes para presidiários, entre outros.
Malafaia reclamou que as pessoas não fazem análises críticas ao receber as informações e apelou para que olhem a sua trajetória, da qual ele afirma ser de 29 anos de voz profética, que ele faz mesmo sendo ameaçado de morte.
No final do programa Silas Malafaia passa os contatos para parceria com o ministério e dados bancários para o recebimento de ofertas.

Cena com críticas feitas a evangélicos faz Globo decidir cortar cenas gays de novela


No capítulo desta segunda-feira, 18, o personagem gay “Chicão” (foto) vivido pelo ator Wendell Bendelack, disse ser discriminado pelos seus pais por influência de um pastor.“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão; o meu pai nunca passou de ‘bom dia’ e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o ‘fim do mundo’”.
Esta foi a frase dita pelo personagem gay “Chicão” no capítulo desta segunda-feira, 18, na novela “Insensato Coração”, quando ele pedia desculpas a sua patroa, Sueli, interpretada por Louise Cardoso, que na trama, descobre que tem um filho gay.
Durante vários dias seguidos, a emissora global exibiu cenas de alguns personagens da novela se confrontando verbalmente sobre o tema “homossexualismo”. Nas cenas, enquanto uns não aceitavam, outros diziam que a não aceitação seria “homofobia” e que já existia no Congresso uma lei que iria tornar a homofobia, crime, punível com prisão.
O exagero destas cenas e a perda de 8% do ibope este ano, talvez tenham alguma relação, e possam ter sido decisivos para que a emissora resolvesse “jogar um balde de gelo nos gays” da novela, como afirma a colunista da Folha de São Paulo, Keila Jimenez.
A Folha de São Paulo apurou que os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.
As novas cenas de Hugo e Eduardo, assim como as cenas de conversa sobre o assunto entre Eduardo e sua mãe, vivida por Louise Cardoso, serão inutilizadas.
Aos autores e atores a Globo pediu silêncio. Nada de instigar o beijo gay nem a ira de entidades que possam encarar a iniciativa como preconceito. A ordem é esfriar o assunto sem polemizar.
Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia. Já as cenas engraçadas do personagem Roni (Leonardo Miggiorin) estão liberadas.
Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça.
por: Coluna Outro Canal – Keila Jimenez: Globo corta cenas e bandeira gay de “Insensato Coração”

Postado Por José Silva quarta-feira, julho 20, 2011. em . Faça um comentário, que ficaremos felizes! .

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