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Published On:domingo, 10 de março de 2013
Postado Por José Silva

Igreja tem 36 "antipapas" reconhecidos


Além dos 265 pontífices que se sentaram no trono de Pedro ao longo de 2.000 anos de história do catolicismo, existem outros 36 "antipapas" reconhecidos pela Igreja.

Embora estes "antipapas" (ou seja, que exigiram de maneira ilegítima o trono) não tenham alcançado a dignidade pontifícia, a Igreja considera oportuno conservá-los na memória, porque em torno deles ocorreram momentos e movimentos que marcaram o caminho desta instituição milenar.

Foi o caso da eleição, no dia 20 de setembro de 1.378, do antipapa Clemente VII contra Urbano VI, que deu origem ao Grande Cisma do Ocidente de 1378 a 1417.

O fenômeno dos antipapas começou a tomar forma a partir do ano 200 e esteve muito presente até o ano 1.000. Depois teve início seu declínio gradual até meados de 1.400.

Vários deles foram inclusive eleitos legitimamente Papas e outro chegou a ser proclamado santo, como no caso de Hipólito, um sacerdote romano, antipapa entre 217 e 235, o primeiro da história eleito contra o papa legítimo Calixto por motivos doutrinários.

O último antipapa foi um expoente da Casa de Sabóia, Felix V, eleito no Concílio da Basileia contra Eugênio IV no dia 24 de julho de 1.440. Depois, foi deposto neste mesmo Concílio. Submeteu-se ao Papa Nicolau V, de quem recebeu a Púrpura Cardinalícia.

Além da lista de 36 antipapas "autênticos", existiram outros sete antipapas duvidosos e nove "antipapas assim chamados de forma indevida". E há dois que nem sequer estão reconhecidos como tais.
Fonte: AFP
http://ne10.uol.com.br

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