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Published On:segunda-feira, 2 de junho de 2014
Postado Por José Silva

As credenciais do ministro do evangelho

Todos nós sabemos que para assumir qualquer função importante na vida, é necessário estar credenciado para tal. Um médico somente pode assumir as funções concernentes a sua profissão se estiver perfeitamente habilitado para isso e se suas credenciais forem atestadas por órgãos competentes. Um advogado pode ter estudado nas melhores escolas de Direito, pode ter alcançado as maiores notas e ter obtido as maiores honras em suas atividades e trabalhos, mas se não for submetido ao exame da ordem dos advogados, de nada lhe adiantará sua formação. O mesmo critério exige-se de todos os demais profissionais que querem exercer as funções para as quais acreditam que estão qualificados. Mas é curioso como para a mais nobre de todas as carreiras, que é a vocação ministerial, essa regra parece não se aplicar.
Em nossos dias, não raramente, vemos pessoas sem as credenciais necessárias para exercer qualquer obra no ministério sendo consagradas e ordenadas para o exercício da missão pastoral, presbiteral, diaconal, etc. isso tem ocorrido com muita frequência e como consequência tem possibilitado o descrédito da vocação ministerial da igreja de Cristo.
QUAIS SÃO AS CREDENCIAIS DE UM MINISTRO?
1. Um caráter imaculado
Todo ministro que se levanta para fazer a obra de Deus deve ter uma vida exemplar para não macular o evangelho de Jesus Cristo e nem banalizar o nome de ministro. Hernandes Dias Lopes diz que o instrumento mais útil que satanás tem na terra é um ministro sem caráter . Ele também diz que um ministro sem caráter é como um médico que intenta fazer um procedimento cirúrgico em um doente sem higienizar corretamente suas mãos, resultado: ele causa mais mal do que bem ao doente . O apóstolo Paulo também partilha de um parecer semelhante com relação aos ministros de Deus. Em suas palavras aos coríntios ele diz:
“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade”. (II Coríntios 4.1,2 – grifo do autor).
De acordo com Paulo, o ministro não pode andar com astúcia, ou seja, não deve ser um homem que use de espertezas ou manobras para enganar o povo de Deus ou tirar proveito do rebanho. O mais importante discurso de um pregador deve ser sua vida ilibada e pautada pela Palavra de Deus. “A vida do ministro é a vida do seu ministério” .
Em nossos dias há uma urgência extrema de homens com a vida no altar de Deus para que o evangelho seja outra vez moralizado, pois a vida de muitos ministros tem sido um verdadeiro convite para a humanidade ir para o inferno. Quando as pessoas descreem do evangelho elas, na maioria das vezes, o fazem por causa da má conduta que observam na vida do povo crente ou na vida dos ministros. Quando perguntaram a D. L. Moody sobre qual era o maior problema da obra ele respondeu que eram os obreiros.
Por volta dos anos 63 a 65 da era cristã o evangelho alcançou locais governados pelo paganismo grego. A cultura existente e propagada naqueles dias era totalmente imoral e pecaminosa. Dentre os lugares pagãos que o cristianismo alcançou estava a ilha de Creta, que era a quarta maior ilha do Mediterrâneo. Creta, segundo alguns historiadores, possuía cerca de cem cidades. Naqueles dias os costumes vividos pelos cidadãos cretenses eram típicos apenas de piratas. Eles eram desonestos, preguiçosos e cheios de vícios. O apóstolo Paulo designou para pastorear a igreja em Creta Tito, um homem de excelente caráter, cheio do Espírito Santo e resoluto em suas decisões. Paulo deu ordens a Tito e lhe apontou características que ele deveria encontrar dentre os cristãos que seriam nomeados para o pastoreio daquelas igrejas. As características que aqueles candidatos ao pastorado deveriam ter eram as seguintes:
“Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem. Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância”. (Tito 1.5-11).
Já que era propósito de Deus varrer o paganismo de Creta e tornar seus habitantes em cristãos sinceros, seria uma completa contradição a liderança da igreja designar para pastorear aquelas igrejas pessoas sem caráter, indignas de confiança e cheias de pecados. Já é inadmissível a um crente ter o seu nome maculado, quanto mais um ministro da Igreja de Deus. A regra de Provérbios 22.1 é inegociável a todos os ministros. Lá Salomão diz: “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro”.
O ministro deve ter o temor a Deus enraizado em sua alma. O conselho de Paulo a Timóteo é válido não apenas para os cristãos de modo geral, mas muito mais para os ministros: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se do mal todo aquele que professa o nome do Senhor” .
2. Convicção de que foi de fato vocacionado
O ministro precisa assim como Paulo ter plena convicção de que foi Deus quem lhe pôs no ministério. “Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, porque me julgou fiel, pondo-me no seu ministério.” Paulo está dizendo que era grato a Deus porque Deus lhe deu a honra de ser escolhido para ser ministro. Por muitas vezes Paulo teve que fazer sua defesa diante das igrejas que plantou quando alguns falsos irmãos queriam induzir o rebanho a descrer da sua genuína vocação. Mas Paulo sabia quem o havia chamado.
A obra estupenda que o apóstolo dos gentios realizou comprovou a genuinidade de sua chamada: “mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. ”
O preço que teve que pagar por se tornar um servo em cadeias não era considerado tão grande quanto à preocupação que ele tinha com o rebanho de Deus: “pelo qual sou embaixador em cadeias, para que nele eu tenha coragem para falar como devo falar ”.
As situações dolorosas e as extremas dificuldades e necessidades que Paulo enfrentou por amor da obra de Deus evidenciavam sua chamada:
“Porque, mesmo quando chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro ”.
“Desde que muitos se gloriam segundo a carne, eu também me gloriarei. Porque, sendo vós sensatos, de boa mente tolerais os insensatos. Pois se alguém vos escraviza, se alguém vos devora, se alguém vos defrauda, se alguém se ensoberbece, se alguém vos fere no rosto, vós o suportais. Falo com vergonha, como se nós fôssemos fracos; mas naquilo em que alguém se faz ousado, com insensatez falo, também eu sou ousado. São hebreus? também eu; são israelitas? também eu; são descendência de Abraão? também eu; são ministros de Cristo? falo como fora de mim, eu ainda mais; em trabalhos muito mais; em prisões muito mais; em açoites sem medida; em perigo de morte muitas vezes; dos judeus cinco vezes recebi quarenta açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha raça, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejuns muitas vezes, em frio e nudez. Além dessas coisas exteriores, há o que diariamente pesa sobre mim, o cuidado de todas as igrejas. Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?”
Diversas vezes Paulo deu instrução para que seus filhos na fé Tito e Timóteo tivessem cuidado e fossem criteriosos na hora de consagrar líderes para a Igreja de Deus. Paulo ordenou a Timóteo que sobre ninguém impusesse às mãos precipitadamente , em outras palavras que não consagrasse ninguém a função ministerial sem que tal pessoa tivesse obtido a aprovação e a chamada divina para tal encargo.
Designar pessoas desprovidas de vocação para a função ministerial é um grande prejuízo que o reino de Deus sofre. Uma pessoa vocacionada faz mais pelo reino do que qualquer outra, porque a própria essência da sua vida lhe remete a isso. Com raras exceções, os ministros que mais provocam ou causam escândalos a Igreja de Deus não são de fato vocacionados. São pessoas que veem a igreja como um meio de adquirir riquezas ilícitas. Muitos que hoje se declaram ministros de Deus são homens preguiçosos que se escondem por trás do falso título de ‘homens de Deus’.
Muitos homens se tornam ministros pelas motivações erradas e, consequentemente, maculam o ministério e distorcem a santidade e a honra do serviço sagrado. Alguns desses adentram ao ministério por dinheiro, outros por interesses políticos, outros porque seus parentes são ministros e querem perpetuar o poder que exercem sobre o rebanho de Deus. Líderes que usam de favoritismo e consagram seus parentes ao ministério sem que estes sejam verdadeiramente chamados por Deus, favorecem sua família, mas desfalcam o reino de Deus. Estão agradando aos homens, mas buscando a reprovação de Deus, por isso serão punidos pela justiça de Deus no tempo oportuno.
A vocação é a ancora que sustenta o ministro e o ministério. Sem a vocação o pastor foge ao sentir o perigo da ameaça de lobos e leões que se aproximam do rebanho. O próprio Jesus, Pastor dos pastores afirmou: “Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas” .
3. O modelo de Jesus
Jesus que é o bom pastor convidou-nos a integrar sua escola ao dizer: “aprendei de mim” . Jesus é o maior modelo de pastor. Sua vida e ministério mostram o perfil ideal para o líder cristão. Jesus deu sua vida por suas ovelhas dando-nos o sagrado exemplo de como deve ser a conduta e a postura do seu rebanho. O modelo de Jesus como ministro e líder traça um perfeito contraste com os líderes israelitas dos dias do profeta Ezequiel. Deus faz severas acusações contra os ‘cabeças’ de Israel que não faziam caso das ovelhas de Deus:
“E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim se espalharam, por não haver pastor, e tornaram-se pasto para todas as feras do campo, porquanto se espalharam. As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo o alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem perguntasse por elas, nem quem as buscasse. Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do SENHOR: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas; e os pastores apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas; Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do SENHOR: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto” .
Esse texto se resume na falta de cuidado com o rebanho de Deus. A negligência diante dos perigos e das dificuldades das ovelhas. O pastor precisa ter o coração de Jesus. Ele precisa amar seu rebanho. Ao introduzir no contexto da liderança a metáfora do pastor de ovelhas, Deus queria associar o trabalho do pastor campestre com os serviços desempenhados pelos guiar de almas. A função de um pastor de ovelhas repousa no tripé: proteção, provisão e direção.
PROTEÇÃO
Essa função pesa sobre os ombros de todos os líderes vocacionados. Eles devem conhecer a Deus e sua Palavra afim de que possa livrar seu povo das garras das heresias e lhes dá conhecimento acerca de como Deus fortalece seus filhos para lutar contra satanás, o mundo e o pecado. O líder tem por obrigação mostrar ao seu povo os perigos do pecado e do mundo e lhes ajudar a mirar a Jesus em sua caminhada diária. É dever do líder mostrar ao povo de Deus que apenas a sujeição total, imediata e abnegada lhes fará receber a graça para que resistam ao diabo até que ele, finalmente fuja deles. Essa proteção deve ser oferecida e ministrada pelos líderes que Deus vocaciona. A proteção que o pastor contemporâneo deve dar ao seu rebanho se mostra tanto pelo ensino das Escrituras, quanto pelo acompanhamento diário do crescimento dessas ovelhas e pela oração intercessória em favor delas.
PROVISÃO
O pastor nos campos de Israel também era o responsável pela provisão de seu rebanho. Ele devia conhecer de antemão os campos, vales e desertos por onde suas ovelhas seriam conduzidas na busca por alimento. Ele era obrigado a conhecer os pastos que não representavam ameaça ao rebanho, os vegetais que não eram venenosos e os caminhos que conduziam a mananciais e oásis para o refrigério de sua criação.
É inaceitável um ministro contemporâneo que está à frente de um povo e desconhece o modo pelo qual seu povo deve ser alimentado. Um líder que desconhece a Bíblia e seus ensinos não está apto a fazer nada no Reino de Deus. As ovelhas que Jesus comprou com seu sangue não devem ser alimentadas por nada menos o pão vivo que desceu do céu. Hernandes Dias Lopes diz que quando não há pão na casa do pão o povo além de passar fome, vai buscar alimento em outro lugar e acaba encontrando pão envenenado no mundo. Por falta de dar atenção ao rebanho, as ovelhas esmorecem e perecem. O conselho sábio de Salomão é: “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre os teus rebanhos. “.
Outro texto que trata da exploração dos lideres com relação ao rebanho de Deus é Miquéias 3.1-3:
“E disse Ouvi, peço-vos, ó chefes de Jacó, e vós, príncipes da casa de Israel; não é a vós que pertence saber o juízo? A vós que odiais o bem, e amais o mal, que arrancais a pele de cima deles, e a carne de cima dos seus ossos. E que comeis a carne do meu povo, e lhes arrancais a pele, e lhes esmiuçais os ossos, e os repartis como para a panela e como carne dentro do caldeirão.”
Veja a declaração comer a carne do meu povo. Essa expressão significa tirar vantagem do sofrimento do rebanho, se fortalecer enquanto as ovelhas padecem. Fazer vista grossa diante da dor e das necessidades do rebanho. Infelizmente essa expressão traduz muito bem o cenário eclesiástico dos nossos dias. É comum encontrar líderes ostentando luxo à custa da pobreza e miséria de seus rebanhos. Esse não é o modelo de Cristo. Ele preferiu a dor da cruz para salvar as almas da dor da condenação. Ele fez da sua vida uma expressão de amor e cuidado para com as almas que a Ele se achegaram e hoje ainda, ele vive sempre para interceder por nós .
ORIENTAÇÃO
Como dissemos anteriormente, o líder precisa conhecer o caminho por onde está guiando suas ovelhas. Voltando ao cenário do antigo Oriente é válido salientar que quando o sol se punha se escondendo no sopé dos montes, o pastor já tinha traçado meios de guardar em segurança seu rebanho. Na maioria das vezes ele contratava um porteiro, o qual geralmente era um ágil caçador ou um destro valente que dormia na entrada única que dava para o interior do aprisco feito de grandes pedras. Enquanto os rebanhos ficavam aos cuidados do porteiro protetor, o pastor seguia sob a luz do luar e das muitas estrelas que se podiam contemplar nos vastos e secos campos do Oriente. O pastor ia à procura de pastagens para onde conduziria sua criação na manhã seguinte. Ele buscava os vales onde havia água e as planícies onde podia encontrar vegetação verde. Ele não cessava seu labor quando o dia findava.
Essa paixão entranhada na alma dos pastores do antigo Oriente parece traduzir bem o que Paulo diz a Timóteo a respeito dos líderes que mereciam receber salário das igrejas: “Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino” . O apóstolo usa o verbo “afadigar” para discriminar a natureza do serviço ministerial. O trabalho do ministro é cansativo, exige empenho e abnegação. Não foi por acaso que Jesus escolheu para serem seus apóstolos justamente homens que estavam trabalhando. Além de condenar a preguiça, Deus vocaciona pessoas acostumadas a viver por uma causa.
O pastor deve se afadigar na palavra, ou seja, ele precisa estudar a palavra de Deus e ser um profundo conhecedor das suas doutrinas. Deve gastar tempo em oração pelo seu povo, por seus problemas, por suas dificuldades, por suas enfermidades, por sua imaturidade e por sua apatia. Ele deve conhecer por experiência o Caminho por onde está guiando seu rebanho para não permitir que as ovelhas caiam em precipícios ou fiquem presas em espinhos. Na trajetória de Israel pelo deserto do Sinai, Moisés sempre ouvia a voz de Deus com relação ao caminho que o povo devia seguir. Moisés sabia o que devia dizer ao povo, ele sabia qual era a vontade de Deus para o presente e o futuro do povo. Ele conhecia a vontade de Deus, isso tornava possível levar o povo a mirar o alvo certo. Sua experiência com Deus lhe possibilitava saber qual estratégia usar para vencer as batalhas que tiveram que enfrentar.
O pastor jamais conduzirá seu rebanho pelo caminho certo se ele mesmo não se afadigar na busca por Deus e no conhecimento da sua vontade revelado nas Escrituras Sagradas.
* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

Postado Por José Silva segunda-feira, junho 02, 2014. em . Faça um comentário, que ficaremos felizes! .

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