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Published On:quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Postado Por José Silva

Em defesa do dízimo, Edir Macedo afirma que vida cristã é uma troca


Quando você entrega sua vida para Jesus, Ele lhe concede a vida eterna. Essa troca foi usada por Edir Macedo para justificar os dízimos e as ofertas nos dias de hoje, dizendo que essa relação “toma lá, dá cá” é bíblica.
Em um texto que adverte desde o início que somente as pessoas de fé vão entendê-lo, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus conta que a oferta só foi instituída depois que o homem quebrou a aliança com Deus, isso lá no Jardim do Éden, quando o pecado entrou no coração dos homens.
O texto não fala de ofertas em valores, mas em oferta de vida. Macedo diz que Jesus foi a oferta que substitui a oferenda feita através de animais no Velho Testamento, criando então essa relação de troca.
“Quando a criatura humana dá sua vida ao Criador, Este, em troca, dá a Vida de Seu Filho para a criatura. Só a partir de então, a criatura recebe o dom da Vida Eterna. Isso é imediato para que haja diferença entre o que serve e o que não serve ao Criador”, escreveu Edir Macedo.
Em seu entendimento essa troca de ofertas é a forma como Deus se relaciona com as pessoas, uma vida em troca de outra Vida. “Troca de ofertas. Quer dizer: Toma lá, dá cá…”, conclui.
Leia o texto completo:
A celeuma criada em torno dos Dízimos e Ofertas se dá em razão da ausência da fé nas Escrituras Sagradas. Que ateu ou pagão é capaz de reconhecer Jesus Cristo como Senhor?
Portanto, antes de continuar esta leitura, o leitor precisa avaliar sua fé para não correr o risco de perder tempo.
Dízimos e Ofertas são, eminentemente, questão de fé.
Fé de que o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel fará exatamente aquilo que prometeu que faria. Só a partir daí é possível estabelecer referências que justifiquem Dízimos e Ofertas.
A figura da Oferta não existia antes do pecado. Até então, a porta de acesso da criatura ao Criador estava aberta permanentemente. Também a figura do intermediário entre criatura e Criador inexistia.
Não havia morte, isto é, o fim da criatura, porque esta não fora criada para viver um determinado tempo. Mas por toda a eternidade.
Hoje, os cientistas estão pesquisando a fundo o “elixir da vida muito além de um século”. Quer dizer, se eles buscam a “eternidade humana” é porque acreditam na sua possibilidade. De fato, eles não aceitam nem conseguem entender a razão do envelhecimento das células. Não há explicação do porquê elas envelhecem e culminam na morte.
A realidade é que a criatura não foi feita para viver um período limitado. Deus não criou o fim, a morte. O ser humano foi criado para viver a eternidade aqui na Terra.
Mas, quando a criatura quebrou o relacionamento com o Criador, a Porta de Seu Trono fechou-se, o homem perdeu contato com Ele e a morte ou o fim de sua existência terrena teve início.
Para abrir a Porta do Trono e restabelecer o direito à vida eterna o Senhor instituiu a Oferta.
Como?
Com o surgimento do pecado, a injustiça se instaurou na face da Terra. E o direito à vida eterna exigia o restabelecimento da justiça. Então, teria de se eliminar a injustiça (pecado) através de sua morte, seu fim…
Um animal perfeito (sem pecado) deveria ser sacrificado em lugar da criatura para dar fim ao seu pecado (injustiça).
Esse animal era a Oferta apresentada em favor do pecador. O animal era um tipo de Jesus Cristo, o Filho do Criador. A Lei Divina reza: “…sem derramamento de sangue, não há remissão (perdão).” Hebreus 9.22
A Oferta é Jesus.
Quando a criatura humana dá sua vida ao Criador, Este, em troca, dá a Vida de Seu Filho para a criatura. Só a partir de então, a criatura recebe o dom da Vida Eterna. Isso é imediato para que haja diferença entre o que serve e o que não serve ao Criador.
Troca de ofertas.
Quer dizer: Toma lá, dá cá…

Postado Por José Silva quarta-feira, setembro 05, 2012. em . Faça um comentário, que ficaremos felizes! .

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