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Published On:sábado, 9 de julho de 2011
Postado Por José Silva

Até que a morte nos separe!



Você projetou, sonhou, fez vários planos, mas de repente algo não aconteceu como se esperava. Pelo contrário, a situação de seu casamento está cada vez pior, vocês estão a ponto de se separar. 

O que ouve? Quem errou? Foi egoísmo, infidelidade? Falta de domínio próprio, de compreensão, ausência de diálogo? A família de seu cônjuge intromete no seu relacionamento? Ou foi a famosa crise financeira, responsável pela maior parte das brigas e discussões entre os casais? Quem está vivendo uma situação crítica no casamento, com toda certeza apontou alguma dessas características ou até mesmo assinalou outras que não estão descritas neste texto. 

Costumo dizer uma frase às pessoas que aconselho em relação ao matrimônio. “Casamento é sonhar sim, mas com o pé no chão”, ou seja, nem tudo são flores, nem tudo é perfeito, nem tudo acontece com a gente quer, nem tudo é um mar de rosas. Existirão problemas, dificuldades, discussões, algumas decepções e desilusões. 

O interessante é que esses problemas são identificados durante a cerimônia de casamento. Só que muitos cônjuges não se dão conta disso. Quando o pastor pede aos noivos que repitam a seguinte frase: “Na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, na alegria ou na tristeza... até que a morte nos separe”, objetivamente está sendo apresentado aos jovens nubentes a realidade da vida a dois: é uma jornada com sonhos e riscos de quem enfrenta um futuro a ser construído. Ao repetir essa frase deve-se, naquele momento, dizer isso conscientemente, pois no mundo espiritual está se fazendo um pacto, um compromisso com Deus que se prontifica a honrar seu matrimônio quando vieram as tempestades. 

Certa vez um casal comentou que eles estavam tão cansados no momento da cerimônia matrimonial, que eles tinham plena convicção de que simplesmente repetiram o que foi dito, mas não analisaram o conteúdo da frase. Isso é muito sério. Devemos dar importância ao que pronunciamos. 

Alguns casais são “cheios de amor pra dá” quando estão vivenciando uma boa situação financeira, de saúde e estão sem problemas. Mas a qualquer sinal de intempérie chegam a pronunciar palavras pesadas do tipo: “Maldita hora em que me casei com você”. A frase penetra no coração do parceiro como uma “facada”, matando todos os sonhos e motivações do cônjuge, frustrando-o completamente. 

Você que tem enfrentado lutas e adversidades em seu casamento faça uma nova aliança com seu esposo (a). Repitam juntos novamente as mesmas palavras ditas no dia de seu enlace matrimonial. Lembre-se: vocês se comprometeram a se amarem mesmo quando estivessem passando por lutas e tribulações, estando enfermos ou tristes ou em ocasiões de crises financeiras. Ali foi firmado um pacto de que os dois estariam enfrentando os problemas juntos e vencendo em nome de Jesus! 

É importante que se analise o tipo de união e qual o alvo que vocês pretendiam alcançar com a vida em comum. Toda fortaleza vai depender de que saibam que um nasceu para outro, que você é um presente, a parte complementar da pessoa amada. 

Isso nos faz lembrar da passagem bíblica sobre os dois fundamentos, em Mateus 7:24-27. Onde você está construindo o seu lar? Na rocha ou na areia? Você está edificando o seu lar em interesses pessoais ou está pensando em sua família? Só está com seu cônjuge enquanto ele tem dinheiro para oferecer? Só ama quando o seu parceiro está saudável? Pense nisso. Que além da morte não haja outro fator que venha separar vocês. Que Deus abençoe! 





Casamento: uma questão de escolha


É fato que nossa vida é uma sucessão de escolhas. Ouvimos muitas vezes a expressão “tudo na vida é uma questão de escolha”. E isso é verdade. Escolhemos fazer ou não, amar ou não, perdoar ou não, fazer o bem ou o mal, estudar ou não, trabalhar ou não, aproveitar as oportunidades ou não e tantos outros “isso ou aquilo”.


Como isso se aplica a tudo em nossa vida, no casamento não é diferente. A vida a dois é construída com escolhas de dar a Deus a primazia, respeitar, amar, perdoar, adaptar, abdicar, aprender, construir juntos e muitas outras que fazemos ao longo da nossa caminhada como marido e mulher, como “uma só carne” planejada por Deus. Em todas as nossas atitudes há escolhas. Não há como fugir disso. De acordo com o que optamos por fazer, estaremos construindo ou destruindo nosso lar, nosso cônjuge e nossos filhos.


Como as escolhas que fazemos definem nossa vida, não devemos fazê-las impensadamente, de modo precipitado e inconseqüente. As decisões tomadas no “calor das emoções” ou sem qualquer ponderação certamente darão em caminhos de morte (Provérbios 14.12). Por isso, o melhor a fazer é decidir à luz de Deus, porque somente ele tem a resposta certa para todas as nossas questões (Provérbios 16.1).


O casamento é um presente de Deus ao homem, e, aqui, falo da raça humana. E, tendo sido instituído por Deus, ele mesmo deixou as instruções para que o matrimônio seja uma relação perfeita de amor, respeito e cumplicidade.


Se os membros de uma família praticarem três claras orientações que Paulo escreve na carta aos efésios, com certeza, esse lar vai glorificar a Deus. Elas são claras, objetivas, simples, mas profundas:
• As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor (Efésios 5.22).
• Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Efésios 5.25).
• Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo (Efésios 6.1).


A Palavra de Deus exorta a nós, mulheres, a sermos sábias, porque “a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola (ou insensata) a destrói com as próprias mãos” (Provérbios 14.1). A sabedoria não é simplesmente a capacidade de ponderar as situações e agir convenientemente, mas muito mais, agir conforme os padrões de Deus. É lendo a Palavra e tendo intimidade com Deus que saberemos conduzir nosso lar de modo que nossa família seja feliz e próspera. É com a sabedoria que vem de Deus que seremos capazes de ser a ajudadora idônea que Deus nos destinou a ser.

É sendo sábias que faremos escolhas certas. E aos maridos, amar a esposa como Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela. Como Cristo amou a Igreja? Com respeito, carinho, perdão, dando a direção, levando-a a Deus, suprindo suas necessidades... Que grande responsabilidade! O marido precisa da intimidade com o Senhor para que a intimidade do seu casamento seja feliz, para que seu lar seja próspero e duradouro.


Quero colocar aqui, alguns exemplos de escolhas rotineiras e simples da convivência a dois, mas que fazem grande diferença no casamento. São essas escolhas que dia a dia vão decidindo os rumos do casamento. São detalhes, muitas vezes considerados insignificantes, que adubarão ou envenenarão as raízes do casamento, da relação marido e mulher.


Durante um desentendimento, o casal poderá escolher deixar ou não o sol se pôr sobre sua ira (Efésios 4.26). O domínio próprio e a mansidão vão prevalecer ou gritos e insultos serão a tônica da discussão. Vão dormir brigados e até em quartos separados ou vão conversar e encontrar a harmonia.


Vocês poderão dizer bobagens do tipo “não está satisfeito(a) procura outro(a)”, ou perceberem os laços do diabo e, caindo em si, declarar ele(ela) é o amor de sua vida e acertas as coisas com perdão e muito carinho.


Vocês poderão “brigar” para ver quem é que realmente manda em casa ou obedecer ao princípio de amor, submissão e obediência para a família que o apóstolo Paulo registrou em sua carta aos efésios.


A esposa pode entre afobação e moderação. Ela mal espera o marido colocar os pés em casa e já começa a “rezar a ladainha” de contas a pagar, de itens que faltam em casa e tantas outras coisas que ele realmente não gostaria de falar antes de um bom banho. Ou então respeita esse momento e ambos saem ganhando. Hoje, com ambos os cônjuges trabalhando fora, ambos precisam desse entendimento, pois muitas vezes eles chegam juntos do trabalho, ou o marido chega primeiro.


Os cônjuges podem escolher a constante acusação recíproca ou se ajudarem mutuamente com palavras de incentivo, de amor, de repreensão, de exortação e de crítica construtiva.


Marido e mulher podem escolher o desrespeito e a indiferença que adoecerão a ambos e ao lar ou, o respeito mútuo, que envolve saber onde um e outro se encontram, os horários de cada um para que não se preocupem desnecessariamente, respeitar os amigos um do outro, a abdicação individual de algumas coisas em benefício do casal, o cuidado de saber se alegrar e sofrer com as vitórias e os fracassos um do outro, cumprir os compromissos de fidelidade assumidos no altar, respeitar a individualidade do cônjuge, amar as famílias de origem sem deixar que elas interfiram na vida íntima do casal e tantas outras situações que envolvem o cotidiano de uma vida a dois.


O casal pode escolher entre viver um caos diário com mau humor e agressões ou, proporcionar um ambiente alegre, de paz e palavras boas. Eles poderão optar pelo amor ciumento e destruidor ou, pelo amor companheiro, confiante e frutificador, em que há confiança, respeito e admiração.


Ambos poderão escolher entre a maldição da murmuração e da implicância e a bênção de profetizar as promessas de Deus para o lar. Entre sempre supervalorizar a grama do vizinho ou valorizar o que Deus lhes tem dado e prosseguirem, juntos, em busca de mais vitórias.


Vocês poderão escolher entre inventar desculpas para se negarem um ou outro, ou, darem-se mutuamente com carinho e em total entrega; fazer dos momentos íntimos a mais difícil tarefa do dia ou transformá-los em alegres celebrações.


Vocês podem escolher considerar os de fora sempre melhores e deixar que outros valorizem o seu cônjuge, deixando a porta aberta para o inimigo da carência, ou valorizarem-se reciprocamente com palavras ternas e elogios.


Vocês poderão escolher entre uma eterna briga de “quero assistir ao jogo do meu time” e “vou primeiro ver meu filme” sem qualquer resultado positivo ou cada um ceder um pouco e assistir ao jogo com ele, ou ao filme romântico com ela, juntinhos e aconchegantes, e desfrutar de momentos agradáveis que solidificarão o casamento.


O casal pode escolher entre intermináveis brigas de “você é gastadeira” e “você é um sovina”, que afetarão a ambos e desestruturarão o relacionamento ou planejarão juntos a economia do lar, economizando ponderadamente para usufruírem as bênçãos advindas da unidade e da sabedoria.


Enfim, essas são apenas algumas das inúmeras escolhas que o casal fará ao longo do casamento, de uma vida inteira juntos. E em todas elas, há conseqüências.
Escolhas certas ajudam a manter a chama do amor acessa. Sabemos que conviver entre quatro paredes é uma arte, é um aprendizado diário. Por isso, as escolhas que fazemos são tão importantes. Muitos se casam e se esquecem de que o casamento é feito de detalhes. Outros tantos, sem perceberem, estão se desgastando e desgastando o casamento porque não se deram conta das escolhas erradas que estão fazendo. O tempo foi passando, e está passando rapidamente, e as oportunidades de ser feliz se esvaindo pelo ralo. Escolham, hoje mesmo, pensar melhor a respeito de cada situação que os envolve. Consultem sempre aquele que lhes dá a oportunidade de acertar, mesmo depois do erro, e serem felizes – Deus.


Dizem que não existe um casamento perfeito, mas eu digo que sim; este casamento perfeito é aquele em que tem Jesus como o centro de tudo. Escolham a bênção ao invés da maldição, a vida ao invés da morte. Maridos e esposas, escolham Jesus e a felicidade será o cotidiano da vida de vocês, individualmente, como casal, como pais, como família como um lar que glorifica a Deus.

fonte:http://www.sexocristao.com/

Postado Por José Silva sábado, julho 09, 2011. em . Faça um comentário, que ficaremos felizes! .

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